O Instituto

Fundado em 2020, o local foi idealizado para ser acolhedor e trazer alegria para os animais acolhidos. Fica na antiga residência da família do Edu, que ganhou uma reforma custeada por uma vaquinha do site Razões para Acreditar.

Com cerca de 400 mil habitantes, o instituto fundadopor Eduardo é o primeiro abrigo recreativo de Anápolis

Segundo o jovem, a iniciativa de fundar o instituto se deu principalmente por não haver políticas públicas voltada para os animais em sua região.

“Quero fazer o Instituto se tornar algo muito mais do que um depósito de cães. No formato creche recreativa quero torná-los em seres felizes e saudáveis para que depois possam ser adotados”, explicou Edu.

Hoje, o abrigo acolhe mais de 20 animais entre cães e gatos, todos resgatados pelo jovem

“Eu trabalho também com a alma ferida e machucada deles. Eles chegam com medo, assustados e sem nenhuma confiança, com o tempo vou demonstrando que se alguém nunca for adotar eles, ele estará aqui pra sempre”.

“O Instituto está sendo um sonho, mas ao mesmo tempo um grande desafio. Mas tem sido tão bom dormir todos os dias tendo em mente que todos estão quentinhos e protegidos”.

“Aqui o meu calendário funciona da seguinte maneira, às segundas são banhos para começarem bem, as terças e quartas é faxina, as quintas panelaço, sexta com passeio VIP onde eu e meu irmão andamos com cada um”.

O objetivo final é encontrar famílias para todos os animais que são acolhidos no Instituto. “O plano do Instituto é expandir o máximo possível. Assim podemos resgatar mais cães idosos e aqueles que não são tão aceitos na sociedade. O objetivo final é encontrar famílias para eles, mas até esse ponto chegar, quero fazê-los se sentir em casa. Não quero tratar apenas suas feridas físicas, mas sim suas almas feridas, seus traumas emocionais…”

 “Eu tento fazer deste mundo um lugar melhor. E eu sei que o milagre que as pessoas pedem a Deus está na ação que é feita diariamente, seja alimentando um cão de rua ou ajudando uma pessoa idosa escrevendo algumas cartas”, conclui.